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Jesus Cristo é Suficiente

21-03-2012 18:39

 

COLOSSENSES:  Jesus Cristo é Suficiente

 Tese: Em Cristo, você tem tudo o que necessita, para a sua salvação e para a sua vida de fé.

Emissor da Epístola: Paulo,  o apóstolo

Data e Ocasião da Escrita: Por volta do ano 60 dC, durante a prisão de Paulo em Roma.

Na igreja de Colossos, alguns crentes que estavam a misturar elementos do paganismo e filosofia do mundo  com a doutrina cristã. Essa heresia era considera subtil e perigosa. Não era fácil detectar  esse ensino como sendo falso. Tinha uma aparência de bem, até certo ponto atractiva. Mas ainda assim, a heresia era perigosa. Por isso, Paulo passou a combatê-la, através desta epístola e a restabelecer o verdadeiro conhecimento do Senhor Jesus, assim como a nova vida em Cristo e como deve ser vivida.

A.CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DA HERESIA QUE ESTAVA  SSENDO CAMUFLADAMENTE PLANTADA NA IGREJA DE COLOSSOS:

  1. Sincretismo – uma combinação de ideias pertencentes a filosofias e a  várias religiões gregas e de tradições judaicas com a verdade cristã(2:8)
  2. Filosofia – como um tipo de filosofia, esta heresia, de especulações ocultas e práticas baseadas  em tradições.
  3. O falso ensino obrigava os crentes a observarem rigorosamente as ordenanças legalistas sobre alimentação,  o sábado e a lua nova, etc (2: 11,16).
  4. A mediação entre Deus e o homem – o falso ensinamento, disseminado entre os colossenses incluía uma cadeia de seres espirituais que os crentes eram obrigados a adorar. Jesus não era plenamente sufuciente. (2:18,19)

B. PAULO REPÕE A VERDADE NA IGREJA DE COLOSSOS:

  1. Saudação, Elogio e Oração por Sabedoia e Perseverança(1:1-12).
  2. A Pessoa e Obra de Cristo (1: 13 – 23)
  1. Cristo é a Imagem do Deus Invisível (1:15)
  2. Cristo é o Criador (1:16)
  3. Cristo é a cabeça do Corpo, a Igreja (1:18)
  4. Sua Morte, Deu-nos Acesso à Presença de Deus (1: 22)
  1. A União Com Cristo – Os crentes  devem rejeitar as doutrinas que parecem não ter sabedoria e viverem em união com Cristo (1:24-2:23)
  2. As Implicações da Divindade, da Morte e da Ressurreição de Jesus na Vida dos Crentes (3:1- 4:6)
  1. Por terem a segurança eternidade, eles devem pensar no céu (3:1-4)
  2. Fazer  morrer a velha maneira de viver, pelo abandono dos vícios sexuais ,a ganância e a linguagem ofensiva ( 3:5 – 8)
  3. Fazer reinar em sua vidas, as virtudes do amor, a verdade e a paz (3: 9- 15)
  4. O Seu amor por Cristo deve se traduzir pelo amor para com as outras pessoas(3:16 – 4:1)
  5. Os cristãos devem se preocupar em manter a relação com Deus através da oração(4: 2-4)
  6. Os cristãos devem saber aproveitar cada oportunidade para apresentar as boas novas aos outros (4: 5-6)

C.    SAUDAÇÕES FINAIS (4:7- 18)       

Portador da Epístola: Tíquico em companhia de Onésimo (4:7-9)

A TUA SANTIDADE

21-03-2012 18:31

 

A TUA SANTIDADE

1 PEDRO 1.13-21

  1. Procede de Deus (1 Tess. 5.23; Jo.17.19)
    1. Devido a Sua Natureza (Lev. 11.40)
    2. Pela força da Aliança (Ex. 19.6)
    3. Porque esta é a vontade de Deus (1 Tess. 4.3-7)
  2. Desenvolve-se pelo teu empenho também.
    1. Quando evitas todo tipo de infidelidade à Aliança (Lev.20.6-7).
    2. Quando tu procuras imitar a Deus na tua conduta, a ponto de marcar a diferença entre o santo e o profano (Lev.10,10; Rom. 12.2)
    3. Quando tu te consagras a desenvolver santidade nas diversas áreas do teu ser: teu corpo, tua mente e teu espírito (2 Cor.7.1; Rom.12.1).
    4. Quando tu, em caso de pecares, procura confessar e deixar o pecado (1 Jo.1.9; Prov.28.13)
  • Ilustração: o pecado escondido: Acã (Josué 7).
  1. A finalidade da tua santidade.
    1. Tu tornaste propriedade exclusiva de Deus (Ex.19.6; 2 Cor.1.2; 1 Ped.2.9)
    2. Tu e a tua igreja poderão contar com a ajuda de Deus para vencer as batalhas da vida ( Josué 7.13;8.1-2)
    3. Mostra a tua identidade como filho do Deus Santo (Lev.11.44; 1 Ped.1.14-15)
    4. Capacita-te a ser testemunha dos actos poderosos de Deus aos perdidos (1 Ped.2.10).
    5. Permite que a tua Adoração seja agradável a Deus (Rom.12.1; Salmo 24.3-4)
    6. Garante a ti, o acesso a presença de Deus (Heb.12.14; Mat.5.8; Ef.5.27)

Portanto,

Santifica-te pela meditação na tua palavra como está escrito: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo.17.17)

Por isso, “ separai-vos, diz o Senhor, não toqueis coisas impuras e eu vos recebereis, serei vosso pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, tendo pois ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda a impureza, tanto da carne como do Espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus (2 Cor. 6.17-7.1).

A supremacia do bem

09-05-2011 15:23

 A supremacia do bem



Para vencer o ceticismo e continuar a ser gente 

Escrevo sob o impacto das últimas notícias, que me despertam memórias remotas, como fantasmas que se recusam à cova. A Operação Satiagraha (movimento de resistência à ocupação britânica na Índia, proposto por Mahatma Gandhi e caracterizado pela não-violência), deflagrada pela Policia Federal, relativa às relações entre o famigerado "mensalão" e um amontoado de empresas predestinadas ao desvio de verbas públicas, coloca os brasileiros, mais uma vez, diante da corrupção sistêmica e aparentemente insuperável. Eis o mal mostrando sua carranca criminosa desde os degraus mais elevados do poder social e econômico. A morte do pequeno João Roberto Amorim Soares, 3 anos, insiste em lembrar que as ruas das nossas cidades vão, aos poucos, se confundindo com os cenários dos velhos filmes de faroeste, com a suspeita de que alguns policiais se acreditam mesmo encarnações de John Wayne. Mais uma criança abatida, agora brincando de roda de mãos dadas com João Helio, Isabella Nardoni e milhares de outras, que não tiveram tempo de descobrir que pais é esse. Eis o mal mostrando sua carranca infanticida nas calçadas das grandes metrópoles. As fotos de Ingrid Betancourt, resgatada dentre mais de 700 reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), estampando as primeiras páginas dos jornais, alimentam o debate a respeito da legitimidade do poder, seus meios e fins, no emaranhado geopolítico em que estamos todos mergulhados. Eis o mal mostrando sua carranca gananciosa nos palanques da ideologia. 

A lista poderia se estender, mas estes poucos fatos são suficientes para alertar quanto ao maior mal que o mal pode causar, a saber, nos conduzir a não crer em mais nada, nem mesmo em Deus, nem sequer em nós mesmos, nem na vida. Mas escrevo para lembrar Musil, o filósofo austríaco: "O homem é capaz de tudo, até mesmo de fazer o bem". E também para compartilhar a reflexão de Jean Delumeau: "O mal certamente existe. Mas o bem também. O belo existe. A ternura existe. Todos podem constatar isso cotidianamente. Não fazer entrar a realidade do bem em uma análise da condição humana é cometer uma subtração ilegítima (...) Com os meios modernos de destruição pode-se hoje aniquilar em dois minutos uma cidade cuja construção e extensão haviam exigido dois mil anos de esforços. Contrariamente ao mal, o bem não faz barulho. Essa 'discrição' faz com que não o levemos suficientemente em consideração em nosso juízo sobre o mundo. 'Ouve-se o estrondo da árvore que é derrubada, mas não se ouve a floresta que cresce', diz o provérbio. A floresta que cresce silenciosamente é o bem que é realizado a cada dia na Terra, em torno de nós e também - por que não? - por nós (...) Suponha que, de repente, o voluntariado deixasse de existir, que subitamente ninguém mais viesse a ajudar ninguém... com isso a existência cotidiana ficaria paralisada e a vida se tornaria insustentável. A humilde generosidade de cada dia está na própria base do tecido social. Mas ela não atrai a atenção das mídias. Estamos tão acostumados com ela que não a percebemos. Em compensação, seu desaparecimento repentino criaria um vazio impossível de ser preenchido" (Delumeau, Jean. À espera da aurora: um cristianismo para o amanhã. São Paulo: Edições Loyola, 2007). 

Jesus afirmou o sal da terra e a luz do mundo. Não fossem os que respondem sim ao convite do Deus que é pura bondade, o mundo ficaria em trevas, e a terra seria um lugar sem graça onde se viver. Eis o Cristo, triunfando, e mostrando sua face amorosa todos os dias, em todo lugar, através daqueles que não se deixam vencer pelo mal, mas vencem o mal com o bem.

A oração simples

05-05-2011 23:43

A oração simples

 

Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a acção imediata de quem confia em Deus é a oração.  

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com acção de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão "coisa alguma" inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.

Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar "é legítimo pedir isso a Deus?" ou "será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?". Simplesmente orar.  

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exactamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá connosco e nos conduziria em segurança através dele.  

O maior fruto da oração não o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objecto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.  

O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças e que atende as nossas orações segundo a sua poderosa e suprema vontade, por isso vamos orar? É claro que sim! 

AS IMPLICAÇÕES DA DIVINDADE, DA MORTE E DA RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO NA VIDA DOS CRISTÃOS (COLOSSENSES 3.1-17).

05-05-2011 12:35

AS IMPLICAÇÕES DA DIVINDADE, DA MORTE E DA RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO NA VIDA DOS CRISTÃOS (COLOSSENSES 3.1-17).
Paulo vem falando da Plenitude de Cristo, de sua supremacia e soberania, e também da reconciliação, esperança e vida que Cristo oferece. Também fez severas advertências contra a heresia. Agora, porém, o apóstolo passa a tratar na prática de como devem viver homens e mulheres que foramreconciliados com Deus.
1. Por terem a segurança na eternidade, eles devem pensar no Céu (3.1-4).
Buscar a Cidade Celestial:
A primeira recomendação prática de Paulo aos Cristãos é: "buscai as coisas lá do alto" (3.1). Outras traduções oferecem "continuem buscando" em lugar de "buscai". De qualquer modo, a ordem envolve um esforço consciente para manter nossa atenção nas coisas de Deus e nas realidades celestiais reveladas em Cristo, e não nas coisas que parecem importantes nesta vida (3.2-3). Afinal, os Cristãos não pertencem a este mundo, pois morreram para o mundo e foram ressuscitados juntamente com Cristo quando sairam das águas do baptismo (2.12).
Paulo está a dizer que pensar nas coisas de Cristo afetarão o modo em que vivemos aqui na terra. Contudo, o apóstolo também escreve sobre o futuro retorno de Cristo, que, no momento está assentado à direita de Deus (3.1b). Os Cristãos devem se preparar para a completa manifestação da glória de Cristo, da qual compartilharão (3.4). Essas realidades não são visiveis porque são espirituais, e poderemos contempla-las quando entrarmos na Cidade Celestial, objectivo da nossa Esperança Cristã.
to be continued.